Quem criou o financiamento estudantil (FIES)?

Não foi Lula e nem Dilma. No tempo dos militares existia o Crédito Educativo da Caixa Econômica que financiava todo o valor da mensalidade com juros baixíssimos, dois anos de carência (começava a pagar as parcelas dois anos após a formatura), com prazo de quitação de até o dobro do tempo que durou o curso ou seja, se o curso durou quatro anos, tinha oito anos para pagar, sendo o valor cada mensalidade dividido por dois e existia ainda uma modalidade chamada custeio, na qual o estudante recebia uma bolsa para se sustentar, além do pagamento das mensalidades, coisa que não existe no modelo atual que na maioria dos casos não cobre a totalidade do valor das mensalidades, tem juros quase iguais aos de um financiamento comum, carência menor e prazo de quitação bem menor que o antigo Crédito Educativo da Caixa.

A propaganda asquerosa do PT na qual propagou que colocou mais negros e pobres nas faculdades particulares é uma tremenda mentira. No tempo dos militares exista muito mais pobres e negros estudando em universidades particulares, proporcionalmente, que hoje, graças ao governo daquela época que se preocupava não apenas em colocar maior número de estudantes na faculdade ou universidade, mas sim com a capacidade destes universitários, não “queimando vela boa com defunto ruim” (aluno vagabundo não entrava na faculdade) e com a qualidade do ensino. Antes dos desgovernos populistas do PT a USP sempre estava entre as 200 maiores universidades do mundo, mas depois que o PT assumiu o governo e o Fernando Haddad foi seu reitor, ela anda se segurando à duras penas entre as 500 melhores do mundo.

Outra coisa que o abestado Lula alardeia para todo o mundo é que “nunca antes na história desse país” (como ele adora dizer) um presidente criou tantas universidade públicas. Pode até ser verdade, mas do que adianta um amontoado de escolas públicas sem qualidade? Os números atuais de reprovados no exame de ordem da OAB e de processos cíveis de reparação de dano material contra médicos, engenheiros e outros profissionais atestam de forma inequívoca a precariedade e a má qualidade da formação dada por estas inúmeras escolas que torram dinheiro do contribuinte sem retorno algum.

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